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Quem toma chá e café tem menos chance de adquirir infecção

Bebedores de café e chá podem ter menos chance de desenvolver infecção por estafilococos, uma bactéria mortal resistentes a drogas. É o que sugere nova pesquisa noticiada nesta sexta (15) pelo site da Time.

A superbactéria tornou-se uma preocupação de saúde pública importante nos últimos 15 anos, pois ela pode se espalhar rapidamente e é resistente a tratamentos com antibióticos comuns. É especialmente difundida em hospitais e no ano de 2005 matou mais americanos do que a Aids.

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ONU quer declarar guerra às doenças não-transmissíveis

A ONU quer declarar guerra às doenças não-transmissíveis como câncer, diabetes e hipertensão, e para isso realizará na próxima semana em Nova York uma reunião de alto nível para criar uma nova agenda de trabalho e combater esses males.

"Será um marco para a saúde pública", disse nesta quinta-feira à imprensa o especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS) Ala Alwan, garantindo que nos próximos dias 19 e 20 de setembro serão criadas as bases de uma nova estratégia mundial contra essas doenças.
Coincidindo com a semana na qual se iniciam os debates públicos do 66º período de sessões da Assembleia Geral da ONU, o organismo reunirá 34 chefes de Estado e de Governo, assim como 50 ministros e muitos especialistas na matéria para desenhar um plano estratégico para os próximos anos.

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Rio lança documento sobre determinantes sociais da saúde

A desigualdade é uma das principais questões de saúde pública atual. Tanto no Brasil como em países mais ricos, como a Inglaterra, há diferença na expectativa de vida de ricos e pobres, independentemente do tratamento médico recebido. A origem da disparidade é profunda e envolve diversos fatores, como tabagismo, alimentação e outros hábitos (leia entrevista com Michael Marmot). Na sexta-feira dia 21 de outubro de 2011, durante a cerimônia de encerramento da Conferência Mundial de Determinantes Sociais da Saúde, realizada no Rio de Janeiro, profissionais de saúde de vários países lançaram uma declaração sobre os instrumentos necessários para promover o acesso igualitário à saúde. O evento, que teve início na quarta-feira, foi promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Composto por 16 itens, o documento foi elaborado por representantes de mais 100 países, que chegaram a um consenso sobre quais são as ações necessárias para melhorar questões sociais e ambientais que afetam diretamente a saúde da população. "Esse não e um documento técnico, é um documento politico. E um compromisso assumido pelos governos", afirmou Marie-Paule Kieny, diretora-assistente de inovação, informação, evidências e pesquisa da OMS.

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