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Saúde anuncia investimentos na Atenção Básica

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, participou nesta quarta-feira (12), em Brasília (DF), da abertura da IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família. Esta edição do evento reunirá, até o próximo sábado (15), cerca de 10 mil profissionais, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) para promover a troca de experiências sobre as práticas de saúde na Atenção Básica no país. A mostra conta com mesas redondas, minicursos, oficinas, palestras, espaços para apresentação e discussão de experiências e atividades culturais.

“A realização dessa mostra, numa área em que contamos com quase um milhão de trabalhadores, é de fundamental importância. Esse encontro contribuirá para a reflexão e constante melhoria na promoção do cuidado em saúde nos serviços que constituem o principal ponto de contato dos usuários com o SUS”, disse o ministro durante a cerimônia de abertura. “Nos últimos anos, levamos a Atenção Básica para 45 milhões de pessoas que não tinham acesso”, completou Chioro, destacando que os investimentos na área vêm crescendo ano a ano. A previsão para 2014 é de que sejam investidos mais de R$ 18 bilhões em melhorias na infraestrutura, no acesso e na qualidade do atendimento primário em saúde. Em 2013, o Ministério da Saúde destinou R$ 16,1 bilhões para a Atenção Básica.

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IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família começa nesta quarta-feira, 12 de março

Esta semana, Brasília vai sediar a IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família. O evento, que vai ser realizado entre os dias 12 e 15 de março, é organizado pelo Ministério da Saúde e tem mais de quatro mil relatos inscritos de todas as regiões do Brasil. Durante quatro dias, cerca de dez mil pessoas entre trabalhadores, gestores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) vão trocar ideias e relatar as ações desenvolvidas nos serviços essenciais de saúde do SUS.

De acordo com o coordenador geral da Mostra Nacional de Atenção Básica, Felipe Cavalcanti, o diferencial desta quarta edição é a troca de experiências pela internet. “Porque a inscrição de experiências foi virtual e houve todo um processo de discussão virtual dessas experiências. A partir dessa discussão virtual, a gente já vê muita mudança de prática, as pessoas olhando o que outras pessoas estão fazendo para inspirar novos fazeres no seu dia a dia. E aí o evento é, digamos assim, um coroamento desse processo onde as pessoas vão se reunir e conversar, conhecer outras formas de fazer, coisas semelhantes para poder adaptar isso e aplicar a sua realidade”, explica o coordenador.

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Tireoide: Saiba mais sobre a glândula que é essencial para o bom funcionamento do organismo

A tireoide é uma glândula em forma de borboleta localizada no pescoço, logo abaixo da região conhecida popularmente como gogó. A tireóide produz hormônios para que órgãos importantes como coração, cérebro, fígado e rins, funcionem bem. No entanto, eventualmente, podem aparecer nódulos na tireoide. Às vezes, esses nódulos são cancerosos. Nesses casos, há necessidade de retirar a glândula. Mas, após a retirada, o paciente não fica prejudicado se fizer reposição desses hormônios.

É o que faz a gerente de tecnologia, Cássia França. Ela retirou a tireoide há quatro anos e tem uma vida normal. “Estou só na fase de monitoramento e tenho que tomar o hormônio sintético para o resto da vida. Você fazendo a reposição correta, é normal, é um remédio que você vai tomar pra vida toda, mas não influencia absolutamente em nada na sua vida”, conta França.

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Identificados eixos que deverão compor agenda da saúde 2014

Em reunião em Brasília, integrantes do Movimento da Reforma Sanitária definiram os cinco principais eixos que deverão compor a agenda da saúde para este ano. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Luis Eugênio de Souza, a saúde está entre as prioridades da população em 2014. Ele ressaltou que este é um desafio para os intelectuais da área, que deverão apresentar proposições que qualifiquem o debate.

Confira os cinco eixos propostos pelos integrantes do Movimento da Reforma Sanitária:
1 – O modelo de desenvolvimento pretende discutir o modo de crescimento da economia no Brasil, que precisa obedecer a sustentabilidade e promover a inclusão cidadã e social de todos.
2 – O modelo de participação trata a efetiva democratização da sociedade, já que a representação política que temos hoje não responde aos anseios da população é preciso preservar e fortalecer uma participação direta, assim como instituir a revogabilidade dos mandatos.
3 – O modelo de atenção à saúde pensa o investimento na operacionalização, na implantação prática do princípio da integralidade do SUS, na discussão do padrão tecnológico que hoje o sistema de saúde tem, pois é preciso investir no desenvolvimento de tecnologias que promovam a autonomia das pessoas e que sejam sustentáveis do ponto de vista do sistema universal de saúde.
4 – O modelo de gestão discute a formação dos profissionais da saúde, a alocação desses profissionais, vai pensar a importância da regionalização da saúde, para superar a fragmentação do sistema de saúde em mais de 5 mil sistemas municipais de saúde. Os municípios não têm como oferecer atenção integral a todos os brasileiros e é preciso que se associem em regiões com participação estadual e também da União.
5 –  O modelo de financiamento pensa nos recursos que o SUS precisa ainda receber para garanti-lo enquanto sistema universal. Tanto para as ações curativas, hospitalar, mas sobretudo para investimentos sobre os determinantes sociais da saúde.

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Saiba quais alimentos devem ser usados com moderação para não prejudicar a saúde

Alimentos preparados com muito óleo, gorduras, sal e açúcar devem ser evitados, já que esses componentes têm de ser consumidos com moderação. A recomendação está prevista no novo Guia Alimentar da População Brasileira edição 2014, elaborado pelo Ministério da Saúde. De acordo com a nutricionista vinculada à Universidade de Brasília (UnB), Fernanda Bressan, o ideal é que cada pessoa consuma por dia duas gramas diárias de sal e 20 mililitros de óleo. Fernanda Bressan alerta que o consumo excessivo desses alimentos pode causar diversos tipos de doenças.

“O próprio excesso de peso. E em consequência do excesso de peso a diabetes, as doenças articulares, doenças cardiovasculares como hipertensão ou AVC, por exemplo, infarto e alguns tipos de cânceres também estão associados ao excesso de peso”, explica Fernanda Bressan.

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Experiências de outros países, especialistas e OMS confirmam segurança da vacina contra o HPV

A vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) estará disponível no Calendário Nacional de Vacinação a partir do dia 10 de março com o objetivo de imunizar meninas de 11 a 13 anos, sendo estendida a faixa etária de 9 a 11 anos em 2015. Com 98,8% de eficácia contra o HPV, a vacina será distribuída nos 36 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). O secretário Jarbas Barbosa, da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, esclarece porque a vacina contra o HPV é segura para ser usada na população.

Segundo o secretário, a vacina já foi usada em países que tem um excelente sistema de vigilância em saúde, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, entre outros. “Estima-se que 175 milhões de doses da vacina foram aplicadas no mundo e em países que tem um excelente sistema de vigilância”, relata Jarbas Barbosa. A vacinação contra HPV é utilizada como estratégia de saúde pública em 51 países.

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Conheça o Portal Saúde Baseada em Evidências

Os profissionais de saúde contam com um grande aliado: o Portal Saúde Baseada em Evidências. Ferramenta de educação permanente totalmente gratuita, o portal é uma iniciativa da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). Com foco principal na atenção básica, o Saúde Baseada em Evidências reúne diversas bases de dados que funcionam como uma consulta a uma segunda opinião para contribuir no trabalho dos profissionais de saúde. O cadastro é rápido. Basta acessar o site periodicos.saude.gov.bre preencher com dados pessoais e o número do registro profissional.

O Portal é uma ferramenta de referência clínica baseada em evidências que democratiza as condições de acesso dos trabalhadores em saúde, nas suas diversas áreas de atuação, a conteúdos cientificamente fundamentados na perspectiva de melhor atender à população. “O Portal é mais uma ferramenta, como Telessaúde, UNA-SUS e cursos de pós-graduação, colocada à disposição dos profissionais do SUS para que eles continuem se aperfeiçoando e se reciclando. Assim, o profissional, em especial da atenção primária, pode utilizar o portal Saúde Baseada em Evidências para se atualizar nas mais diversas áreas sem precisar se deslocar”, afirma o Coordenador-Geral de Ações Técnicas em Educação na Saúde, Aldiney José Doreto.

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Novo protocolo define tratamento para crianças com HIV

Um novo protocolo de tratamento clínico para infecção pelo HIV de crianças e Adolescentes foi lançado pelo Ministério da Saúde em consulta pública na última sexta-feira (7). A nova proposta recomenda que o início do tratamento em recém-nascidos expostos deve ser feito com AZT (Zidovudina) por quatro semanas. Essa indicação é aplicada é aplicado aos filhos de mães soropositivas que foram acompanhadas desde o pré-natal. Já no caso das gestantes que não receberam antirretroviral durante a gravidez é recomendado aos bebês a utilização de AZT (Zidovudina) por quatro semanas, acompanhado de Nevirapina em três doses. Antes, a recomendação era de uso do AZT durante seis semanas.

Outra inovação é a indicação do início do tratamento para crianças de um a cinco anos, com carga viral superior a 100 mil cópias (quantidade de HIV que circula no sangue, considerada alta e que sugere o progresso da doença nas crianças). Também é recomendado o início de tratamento para todas as crianças com idade superior a cinco anos com CD4 acima de 500. A contagem de linfócitos T CD4+ (CD4) indica como está a resposta do sistema imunológico ao vírus, permitindo ao médico monitorar a saúde de paciente que toma os antirretrovirais. Antes, o critério considerado era a contagem de CD4.

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MedSUS: o aplicativo dos remédios

A lista de medicamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a Relação Nacional de Medicamentos Essências (Rename), está acessível agora pelo aplicativo MedSUS, desenvolvido pelo Ministério da Saúde para celulares smarthphones e tablets com sistema Android. Em breve também estará nos aparelhos com sistema IOS.

O aplicativo disponibiliza ainda o Formulário Terapêutico Nacional, publicação com informações científicas sobre os fármacos da Rename, além das diretrizes terapêuticas e protocolos clínicos preconizados pelo Ministério da Saúde e usados pelos profissionais do SUS. O banco de dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de empresas e medicamentos autorizados a serem comercializados no Brasil também está acessível na ferramenta.

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Ministério da Saúde reforça a importância da vacina contra o HPV para prevenir o câncer de colo do útero

A quase um mês do início da vacinação gratuita contra o HPV, o Ministério da Saúde reforça a importância da imunização contra o vírus que pode provocar o câncer de colo de útero. A eficácia da vacina é de 98,8% contra a doença. A partir de março, a dose contra o HPV vai estar disponível para meninas de todo o Brasil com idades de 11 a 13 anos.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, Carla Domingues, explica que o calendário da vacina contra o vírus HPV foi dividido em três etapas por apresentar melhor resultado. “O Ministério da Saúde vai utilizar o esquema estendido que é a aplicação da primeira dose em março, a segunda dose seis meses depois e uma terceira dose cinco anos após a primeira dose. À medida que nós expandimos esse espaço entre as doses, nós aumentamos a eficácia da vacina e assim há uma segurança de que nós estaremos cobrindo a população alvo devidamente protegida contra o câncer do colo do útero”, comenta Carla.

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