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#FAQMS | Saúde tira dúvidas sobre dose única para febre amarela

A estratégia do Ministério da Saúde para a prevenção da febre amarela no país mudou. Seguindo a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o esquema vacinal passa a ser de uma única dose. A medida é segura e garante proteção durante toda a vida.

Por causa da mudança no número de doses necessárias para a imunização, algumas dúvidas podem surgir entre a população, mas é importante buscar a fonte oficial para entender  o que permanece e o que muda nesse momento.   A vacina contra febre amarela é altamente eficaz e segura para o uso. Confira algumas respostas para a mudança no o esquema vacinal da febre amarela que passa a valer em todo o território nacional:

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Gestão da Saúde da Pessoa Idosa: especialização está com inscrições abertas

A ENSP, em parceria com a Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa, do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde (Cosapi/Dapes/SAS/MS), divulgaram as regras de participação no processo seletivo para o curso de especialização em Gestão da Saúde da Pessoa Idosa, oferecido na modalidade a distância. A formação tem como objetivo qualificar profissionais da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para planejar, gerenciar e avaliar políticas, programas e serviços dirigidos à saúde da população idosa. As inscrições vão até o dia 17/4 e devem ser feitas on-line. Confira as regras no edital.

Ao todo, estão sendo oferecidas 60 vagas, assim distribuídas: 27 para estados; 27 para municípios (capitais) e 6 para o Ministério da Saúde. As vagas que por ventura não forem preenchidas poderão ser redistribuídas pela coordenação do curso, a partir da indicação realizada pelas secretarias municipais e estaduais de saúde, com a anuência da Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa/Dapes/SAS do Ministério da Saúde. Cada instituição deverá indicar 2 candidatos, sendo um titular e um suplente. Os candidatos selecionados como suplentes, desde já, têm ciência de que somente serão convocados de acordo com a respectiva ordem de classificação e diante da vacância ou de não aprovação do titular à vaga.

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Amendoim: Alimento in natura é uma excelente opção para pequenas refeições

O amendoim é um alimento que se tornou bastante popular nas refeições de alguns frequentadores assíduos das academias. É um alimento que já tinha seu espaço garantido no coração e no paladar da população brasileira e é encontrado com facilidade no  território nacional.  Como parte de uma alimentação equilibrada, para o ganho de uma vida mais saudável, o amendoim deve ser consumido sim, como vários outros alimentos in natura e minimamente processados.

Entender o nível de processamento dos alimentos, mais do que a qualidade de um alimento isolado, pode ser mais efetivo para chegar ao objetivo maior, que é ter saúde para toda a vida.

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Vacina de febre amarela deve ser aplicada em idosos de forma criteriosa

Desde que a epidemia de febre amarela começou no início do ano, há preocupação com relação aos idosos e muitas dúvidas surgiram nas redes sociais. A vacina febre amarela de Bio-Manguinhos é de vírus vivos, obtida por atenuação da subcepa 17DD do vírus da doença, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos.

Sendo uma vacina viva, alguns grupos etários precisam tomar precauções específicas, como as pessoas com 60 anos ou mais. Outro grupo etário é formado por crianças abaixo de seis meses. Neste caso, a imunização é contraindicada.

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Brasil sedia Cúpula Mundial de Hepatites em novembro

A Cúpula Mundial de Hepatites (CMH) – ou World Hepatitis Summit – é um encontro global bianual que tem por objetivo intensificar o progresso da agenda sobre as hepatites virais. Iniciativa conjunta entre a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Aliança Mundial contra as Hepatites (World Hepatitis Alliance/WHA), o evento é realizado em colaboração com um país anfitrião diferente a cada edição.

São Paulo foi escolhida para sediar a segunda edição da CMH – entre os dias 1º e 3 de novembro de 2017 – graças ao reconhecido protagonismo do Brasil no enfrentamento às hepatites virais. A primeira edição da CMH foi realizada em Glasgow, na Escócia, em setembro de 2015.

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Paladar infantil: os alimentos saudáveis podem sim agradar a garotada

Já pensou em oferecer para as crianças água com gás misturada às frutas no lugar do refrigerante? Ou batatas assadas crocantes ao invés de batata frita? Se a resposta for sim, você está no caminho certo. Isso porque os hábitos alimentares são formados na infância. Então, introduzir alimentos saudáveis e minimamente processados nessa fase da vida  é muito mais fácil porque os adultos já têm hábitos formados. “Não consumindo salgadinhos, bolachas recheadas e bebidas açucaradas nos primeiros anos de vida, essas crianças não vão formar um hábito que inclua esses alimentos nas suas preferências”, esclarece a técnica em políticas públicas da Coordenação de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Gisele Bortolini.

A nutricionista Andressa Felizola reforça: evitar que os pequenos aprendam a comer alimentos ricos em conservantes, corantes e realçadores de sabor, além de proteger a saúde deles, ajuda para que mais tarde eles não tenham que passar por uma reeducação alimentar. A família é responsável por isso, mas a escola e os ambientes onde as crianças frequentam também podem contribuir.

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Vacina é fundamental para proteger a população contra a meningite C

No início deste ano, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) ampliou a oferta da vacina Meningocócica C. Agora, a dose de reforço pode ser administrada em crianças menores de cinco anos de idade. Além disso, há uma nova dose para adolescentes entre 12 e 13 anos de idade, sendo que até 2020 também serão imunizados adolescentes entre 9 e 13 anos.

A enfermeira Camila Gomes é mãe da Alice, de três anos, e do Guilherme, de 19 anos. Ela lembra que antigamente não havia um calendário de vacinação com tantas vacinas e acha muito importante a prevenção no Sistema Único de Saúde (SUS). “Assim que eu tive alta da maternidade já recebi a carteirinha de vacina, e fui instruída a procurar um Posto de Vacinação. Quando meu filho mais velho nasceu, paguei a vacina na rede particular. Agora eu fiz pelo SUS e fiquei sabendo já na alta do hospital” .

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Fiocruz leva experiência brasileira com o Aedes aos EUA

Um encontro promovido pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) reuniu, na sede do Instituto, em Atlanta, um seleto grupo de pesquisadores e representantes do poder público e da indústria em busca de estratégias para controle do Aedes aegypti em territórios norte-americanos. Única representante brasileira na reunião, a pesquisadora do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Denise Valle, teve a missão de apresentar algumas das abordagens adotadas no Brasil.

O encontro, denominado Estratégias para Controle Vetorial de Aedes aegypti e as Doenças Transmitidas por ele: traçando o caminho a seguir, realizado na última semana de fevereiro, foi uma preparação do CDC para a aproximação de estações mais quentes no hemisfério norte, que favorecem a proliferação de mosquitos. Segundo dados da instituição, mais de 42 mil pessoas nos Estados Unidos e seus territórios já foram infectados pelo vírus zika, sendo que 4.6 mil gestantes tiveram confirmação laboratorial da infecção.

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MS realiza reunião do plano de enfrentamento às hepatites para o Norte

A reunião foi organizada pela Diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV), Adele Benzaken, com o objetivo de ouvir os representantes da região amazônica para a elaboração de estratégias que permitam executar o plano de ação para o enfrentamento das hepatites virais na Região Norte do Brasil, com enfoque na hepatite Delta.

A proposta do plano foi apresentada pelo técnico do DIAHV Elton Carlos, com foco direcionado para a vigilância epidemiológica, prevenção, assistência e articulação com a sociedade civil, além de forte empenho em comunicação, para levar informações à população.

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Não matem os macacos! Eles são aliados da saúde no combate à Febre Amarela

Esses animais têm papel fundamental na vigilância da doença. Quem é responsável pela transmissão de febre amarela em humanos é um mosquito

“Eles servem como anjos da guarda, como sentinelas da ocorrência da Febre Amarela”, explica Renato Alves, gerente de vigilância das Doenças de Transmissão Vetorial, do Ministério da Saúde. Esse é um alerta para que a população não mate os macacos, principalmente em regiões onde há incidência da Febre Amarela em humanos. Os macacos não são responsáveis pela transmissão, muito pelo contrário: esses animais servem como guias para a elaboração de ações de prevenção. A doença é transmitida por mosquito.

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