Quando cientistas trabalhando na África do Sul descobriram a ômicron, algumas características dessa variante do coronavírus logo chamaram a atenção.
A primeira e mais importante foi o grande número de mutações que essa versão do vírus carregava — uma combinação de mutações que ainda não havia sido detectada por uma rede global de pesquisadores que faz o monitoramento de alterações genéticas do patógeno.
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Covid-19: por que China mantém política de zerar casos da doença
Por todo o mundo, as pessoas estão se acostumando com a vida pós-confinamento, ao passo que a vacinação em larga escala permitiu que governos suspendessem gradualmente as medidas contra a covid-19, como o uso obrigatório de máscaras.
Mas não na China, onde a pandemia começou. Ali, permanece uma política de “tolerância zero” contra o vírus, o que cria situações um tanto inusitadas.
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Projeto cria sistema para monitorar a circulação de variantes do SARS-CoV-2 na cidade de São Paulo
Iniciativa está sendo implementada por meio de uma parceria entre a prefeitura local, a rede Dasa e a FAPESP.
Um sistema para monitorar a circulação de variantes do novo coronavírus na cidade de São Paulo está sendo implementado por meio de uma parceria entre a prefeitura local, a rede de laboratórios Dasa e a FAPESP.
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Estudo em Serrana sugere que pandemia de COVID-19 poderá ser controlada com 75% da população vacinada
Com apoio da FAPESP, pesquisadores do Instituto Butantan imunizaram mais de 27 mil moradores do município paulista e observaram uma redução de 95% nas mortes, 86% nas hospitalizações e 80% nos casos sintomáticos. Benefício se estendeu também para a população que não foi imunizada, como crianças e adolescentes.
Resultados de um estudo conduzido no município paulista de Serrana por pesquisadores do Instituto Butantan sugerem que a pandemia de COVID-19 poderá ser controlada no país quando algo em torno de 75% da população estiver imunizada. Por enquanto, somente 10% dos brasileiros já completaram o protocolo de vacinação.
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Modelo matemático estima quando terminará a vacinação contra a COVID-19 nas cidades brasileiras
Plataforma desenvolvida com apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria da USP, Instituto Serrapilheira e MCTI pode ser acessada gratuitamente na internet.
Um estudo desenvolvido por pesquisadores de grandes universidades brasileiras criou um modelo matemático que fornece previsões de quando a vacinação contra a COVID-19 será concluída em cada município brasileiro.
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CoronaVac pode ser mais eficiente quando aplicada com intervalo entre doses maior que 21 dias
Estudo coordenado pelo Instituto Butantan, em parceria com a Sinovac, mostrou também que a eficiência da vacina ficou em quase 84% para casos moderados da doença.
A vacina CoronaVac tem eficácia de 62,3% quando aplicada em um intervalo maior de 21 dias. Além disso, é capaz de gerar anticorpos neutralizantes para as variantes P.1 e P.2 do sars-cov-2, em circulação no Brasil. Esses e outros resultados foram divulgados em artigo em versão preprint (sem revisão) no último domingo (11) e fazem parte do estudo clínico de fase 3 randomizado, duplo-cego, feito pelo Instituto Butantan em parceira com a farmacêutica chinesa Sinovac.
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Primeira dose da CoronaVac é efetiva contra variante P.1 do coronavírus, mostra estudo em Manaus
Prefeitura de Manaus inicia vacinação de pessoas entre 45 e 49 anos, com comorbidades.
Resultados preliminares de pesquisa feita com profissionais de saúde no Amazonas apontam que primeira dose da vacina diminui risco de contágio em 50%.
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Pesquisadores explicam como funcionam as duas potenciais vacinas que deram entrada na Anvisa
Versamune e ButanVac entraram com pedido na semana passada para realização de testes em humanos, para serem produzidas no Brasil.
No final da semana passada, duas potenciais novas vacinas contra a covid-19 entraram com pedido na Anvisa para realização de testes clínicos: a Versamune, que está sendo desenvolvida pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em parceria com a startup Farmacore e a estadunidense PDS Biotechnology, e a ButanVac, pelo Instituto Butantan em parceria com o Icahn School of Medicine, no Mount Sinai, em Nova York (EUA).
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Vírus da COVID-19 pode permanecer ativo por mais de 14 dias em alguns pacientes com sintomas leves
Ao monitorar moradores de São Caetano do Sul, pesquisadores do IMT-USP registraram casos atípicos em que o SARS-CoV-2 seguiu se multiplicando no organismo por um tempo superior ao recomendado para o isolamento.
Estudos conduzidos no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) têm mostrado que, em alguns pacientes com sintomas leves, o SARS-CoV-2 pode permanecer ativo no organismo por um período superior aos 14 dias de isolamento recomendados no Brasil.
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