A Fiocruz Bahia vai realizar o primeiro estudo clínico da Fiocruz de terapias avançadas (com células-tronco do próprio indivíduo) aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o objetivo de testar um tratamento para pacientes paraplégicos que sofreram trauma raquimedular.
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Brasil atingiu a marca de 672 mil pacientes que se tratam com cannabis
Dado consta do anuário produzido pela Kaya Mind divulgado nessa terça
Este ano, o Brasil atingiu a marca de 672 mil pacientes que se tratam com cannabis medicinal, número recorde e 56% superior ao do ano passado. O dado consta do anuário produzido pela Kaya Mind e divulgado nessa terça-feira (26).
Leia MaisFiocruz Ceará sedia o 1º Encontro Internacional de Saúde Digital
A Fiocruz Ceará está organizando o 1º Encontro Internacional de Saúde Digital (EISD), promovido pelo grupo de pesquisa Laboratório de Redes Integradas e Inteligentes de Saúde – LARIISA Saúde Digital. O evento financiado pelo CNPq conta com inscrições gratuitas e ocorrerá nos dias 4, 5 e 6 de dezembro, nas instalações da Fiocruz Ceará. O formato será híbrido, com vagas limitadas a 280 participantes presenciais. As inscrições estão disponíveis até o dia 2 de dezembro.
Para o coordenador do Grupo de Pesquisa LARIISA Saúde Digital, Odorico Monteiro, a saúde digital é uma grande aliada na transformação do Sistema Único de Saúde (SUS). “O uso de tecnologias como inteligência artificial, robótica e internet das coisas não só facilita a integração de dados, mas permite desenvolver intervenções mais precisas e personalizadas, beneficiando desde o paciente até o gestor de saúde. O EISD será uma oportunidade ímpar para discutirmos como essas inovações podem fortalecer o SUS e promover um atendimento mais eficaz e humano”, afirmou.
Leia MaisPlataforma IdeiaSUS Fiocruz apoia mostra nacional ‘Brasil, aqui tem SUS’
O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) reúne, de forma virtual, nos dias 12, 13 e 14 de novembro (de terça a quinta), gestores, profissionais e trabalhadores da saúde para a 19ª Mostra Brasil, aqui tem SUS. Tradicionalmente realizada de forma presencial, durante o congresso do Conasems, a mostra teve sua dinâmica adaptada este ano, em razão das fortes chuvas que afetaram o Rio Grande do Sul, estado que sediaria a 38ª edição do congresso.
O evento, que tem como objetivo valorizar e divulgar experiências de sucesso desenvolvidas pelos municípios no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), recebe o apoio da Plataforma IdeiaSUS, que entregará a cinco experiências com maior pontuação, sendo uma de cada região brasileira, o prêmio Fiocruz é SUS: direito universal à saúde, equidade e democracia.
Leia MaisEspetáculo ‘Cidadela’ volta aos palcos do Museu da Vida Fiocruz
Cidadela volta com novo elenco para uma temporada com apresentações gratuitas em novembro e dezembro no Museu da Vida Fiocruz (foto: Vitor Vogel)
Em uma cidade fictícia, a voz e os saberes femininos são silenciados pelos homens, que detêm o poder em todas as instâncias. O silenciamento delas é literal: elas só podem falar longe da presença dos homens. Esse é o cenário da peça Cidadela, que volta com novo elenco para uma temporada com apresentações gratuitas em novembro e dezembro no Museu da Vida Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Leia MaisSeminário debate Saúde Global, Inovação e Produção Global
Os Seminários Avançados em Saúde Global e Diplomacia da Saúde desta quarta-feira (13/11) vão discutir Saúde global, inovação e produção global. E, para isso, o Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), que organiza quinzenalmente o webinário, convidou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics) do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, para participar. Ex-coordenador do Centro de Estudos Estratégicos Antonio Ivo de Carvalho (CEE/Fiocruz), Gadelha abordará a Produção local para a saúde: perspectivas do Brasil, Brics e G20. O seminário começa às 10h e terá transmissão simultânea em português, espanhol e inglês.
Mediado pela professora e pesquisadora Claudia Chamas e pelo pesquisador Bernardo Cesario, ambos da Fiocruz, o seminário traz outros participantes importantes, como o professor de Direito Comercial da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Vitor Ido, que falará sobre Desafios para o acesso: debates internacionais.
Leia MaisAumento de infecções graves por rinovírus afeta crianças em 4 estados: Bahia, Ceará, Rio de Janeiro e Maranhão tiveram crescimento nos casos
A sinalização do aumento dos casos considerados mais críticos envolvendo infecções por rinovírus entre crianças e adolescentes na Bahia, no Ceará, no Rio de Janeiro e no Maranhão é um dos principais destaques do boletim Infogripe divulgado nesta quinta feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A publicação reúne dados referentes à semana epidemiológica que vai de 27 de outubro a 2 de novembro.
O Infogripe é elaborado com base nas notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registradas no Sivep-gripe, sistema de informação mantido pelo Ministério de Saúde e alimentado por estados e municípios.
Leia MaisSeminário debate a história das relações entre Brasil e Alemanha
As relações entre Brasil e Alemanha, em suas diferentes expressões, serão tema de um evento internacional no auditório do Museu da Vida Fiocruz nos dias 26 e 27 de setembro. As inscrições deverão ser realizadas de 15 de agosto a 1º de setembro pelo site do Campus Virtual Fiocruz e as vagas são limitadas. O 1º Seminário Internacional Brasil-Alemanha: Circulação, Intercâmbio, Zonas de Contato coincide com o bicentenário da imigração alemã no Sul do Brasil e abordará a complexidade das relações entre os dois países. Vinte e quatro pesquisadores de Brasil, Alemanha, Espanha, Israel e Itália, de 16 diferentes instituições, estarão juntos para tratar de temas como refugiados, ecologia, vetores, saúde e crise climática, ciências naturais e sociais, saúde mental e política, além de metodologias que envolvem arquivos dos dois lados do Atlântico.
As pesquisas de naturalistas alemães no Brasil desde o século 18, as trocas entre os dois países no que tange a ciências naturais e sociais, além de temas mais contemporâneos como ecologia e crise climática, estão entre os assuntos que serão discutidos no primeiro dia do seminário. Na conferência de abertura, os professores Stefan Rinke e Karina Kriegesmann, da Universidade Livre de Berlim (FU-Berlin), apresentarão uma edição crítica da obra de Hugo Gensch A educação de uma criança índia, de 1908, sobre a adoção de uma criança indígena pelo médico alemão. Um debate sobre as relações bilaterais de pesquisas em arquivos históricos e a circulação de fontes fecharão o debate do dia.
Fiocruz abre Chamada Pública para formação em Direitos Humanos e Promoção de Saúde
A Coordenação de Cooperação Social da Fiocruz lança a terceira Chamada Pública: Rede de Defensores de Direitos Humanos e Promoção da Saúde no Estado do Rio de Janeiro. As inscrições vão do dia 26 de agosto até às 23h59min (horário de Brasília) do dia 1º de setembro de 2024 e podem ser realizadas através do formulário de inscrições. A convocatória é voltada para lideranças comunitárias e defensores de direitos que atuem em grupos, movimentos, organizações, coletivos ou instituições em territórios populares de áreas urbanas ou rurais do Estado do Rio de Janeiro. A primeira edição da Chamada Pública aconteceu do dia 16 ao dia 27 de maio de 2022 e a segunda edição da Chamada Pública ocorreu do dia 13 ao dia 27 de setembro de 2023.
A terceira chamada pública irá selecionar 20 lideranças para fortalecer a rede e participar de uma formação de 10 meses, com oficinas temáticas em Direitos Humanos e Promoção de Saúde, previstas para serem iniciadas em outubro deste ano. O objetivo do projeto é formar e capacitar Defensores de Direitos Humanos e lideranças comunitárias, desenvolvendo uma rede de articuladores no Estado do Rio de Janeiro. Além disso, também está prevista a realização de um mapeamento das violações em Direitos Humanos nos territórios de favelas e periferias, pensando nas possibilidades de trabalho em parceria entre defensores que vão compor a rede.
Equidade e produção local são destaques no primeiro dia da cúpula sobre prevenção de pandemias
O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, afirmou que o desafio é garantir que as vacinas desenvolvidas possam ser produzidas em escala mundial e distribuídas de forma igualitária (Foto: Peter Ilicciev)
Discussões em torno da equidade no acesso a vacinas e sua relação com a produção local, financiamento e cooperação foram alguns dos pontos-chave das discussões no primeiro dia da Cúpula Global de Preparação para Pandemias (GPPS 2024, na sigla em inglês), organizada pelo Ministério da Saúde (MS), a Fiocruz e a Coalizão para Promoção de Inovações em prol da Preparação para Epidemias (Cepi). O evento, que ocorre no Rio de Janeiro e termina nesta terça-feira (30/7), teve, na abertura, a participação de autoridades da saúde, como o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, o diretor-executivo do Programa de Emergências Sanitárias da OMS, Mike Ryan, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o presidente da Fiocruz, Mario Moreira, e a presidente da Cepi, Jane Halton.
Durante a mesa que debateu a Missão 100 dias, que prevê que nesse período seja possível responder a uma nova ameaça viral, Mario Moreira enfatizou que há numerosos desafios, como pesquisa, desenvolvimento e escalonamento da produção em tempo necessário. Segundo ele, algo que também o preocupa é o desafio de garantir o acesso a todos. “Temos acúmulo de conhecimento e capacidade para desenvolver as vacinas cada vez em tempo mais curto, mas essa não é a maior questão”, afirmou. “O desafio é garantir que as vacinas desenvolvidas possam ser produzidas em escala mundial e distribuídas de forma igualitária”.
‘O país só vacina se produz’
Possibilitando o acesso equitativo por meio da produção local e regional foi justamente o tema escolhido para uma das principais mesas do dia. Nela, o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo Econômico-Industrial da Saúde do MS, Carlos Gadelha, destacou que a pandemia mostrou que os países sem capacidade produtiva e tecnológica não conseguem enfrentar as crises. “O Brasil só vacina quando tem produção local”, disse. Ele lembrou a concentração de insumos em países ricos durante a pandemia de Covid-19 e afirmou: “Queria enfatizar o vínculo entre a capacidade produtora e o acesso universal à saúde. No Brasil, a produção local salvou 200 mil vidas. Devemos isso à Fiocruz e ao Butantan, que junto a redes privadas permitiram essa vitória”. Para Gadelha, é preciso “enxergar o Sul Global não apenas como consumidor, mas com riqueza de pessoas e tecnologia para cooperar numa rede de inovação e produção em saúde”.
O acordo entre a Cepi e a Fiocruz para a entrada na rede mundial de fabricantes de vacinas da Coalizão, assinado durante a Cúpula, foi classificado pelo diretor do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/ Fiocruz), Mauricio Zuma, como uma “grande responsabilidade” e a possibilidade de demonstrar o compromisso da Fundação com os esforços globais em propiciar o acesso equitativo a vacinas. “Estamos num grande momento para fortalecer a produção regional, mas sabemos que isso só não é suficiente. O desenvolvimento de capacidades tecnológicas demanda outros requisitos que não são simples de obter”, afirmou Zuma. “Precisamos ter mais liberdade de operar, menos restrições de propriedade intelectual, mais acesso a capital para continuar investindo e modernizando nossas instalações, em pesquisa e desenvolvimento”. Ele acrescentou que também é necessário mais colaboração e coordenação: “E é neste ponto que acredito que as organizações internacionais têm um papel importante para que possamos atingir o que estamos debatendo aqui [equidade]”.
Zuma explicou que a produção de Bio-Manguinhos durante a pandemia foi resultado de uma longa trajetória de aprendizado. “Foi calcado em processos de transferência de tecnologia, e agora estamos nos pautando pelo desenvolvimento de nossos produtos, com parceiros estratégicos”, disse. “Se não tivermos essa capacidade [de produção local], não teremos futuro”.
O evento foi aberto pela ministra Nísia Trindade Lima, que como membro do conselho da Coalizão participou da primeira cúpula da Cepi, em 2022, em plena pandemia, quando ainda era presidente da Fiocruz. A ministra defendeu a necessidade de financiamentos contínuos e robustos para iniciativas de enfrentamento de emergências de saúde e para o desenvolvimento de tecnologias para testes diagnósticos e medicamentos.
“Muito se falou da velocidade no desenvolvimento das vacinas naquele período, fruto do financiamento constante de pesquisa a laboratórios, que fizeram a diferença no enfrentamento à pandemia. Mas é necessário que a pesquisa e o desenvolvimento sejam mais equitativos, focados nos desafios globais”, ressaltou, lembrando momentos difíceis que o país atravessou e destacando que “a ciência voltou ao Brasil”.
O secretário-geral da OMS, Tedros Adhanom, admitiu que Covax, o mecanismo de fornecimento de vacinas a países pobres durante a pandemia, não foi rápido o suficiente. “Não podemos permitir que o mesmo ocorra da próxima vez. E vai haver uma próxima vez. Não é questão de ‘se’, mas de ‘quando’”, disse Adhanom, em vídeo. Ele citou iniciativas, como a transferência de tecnologia para vacinas de plataforma mRNA e o Hub da OMS para Inteligência Epidêmica e Pandêmica, em Berlim. “Ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas, juntos, estamos deixando o mundo mais preparado do que jamais esteve”, acrescentou.
O secretário-geral da Organização Pan-Americana de Saúde, Jarbas Barbosa, concorda que o mundo está melhor do que antes da pandemia, mas ainda longe de onde precisa estar. “Temos uma visão clara de nossa fraqueza. Os países estão mais realistas. Foi uma lição dolorosa”, disse.
Financiamento e cooperação no Sul Global
O diretor-geral do CDC África, Jean Kaseya, destacou em um painel sobre vigilância que, mais do que pensar no futuro, é preciso enfrentar o presente, diante de um quadro de surtos de doenças infecciosas, como Mpox, no continente. “Não estou pensando no que virá, mas no que estamos vivendo hoje”, afirmou, ressaltando que há lacunas a serem superadas. Kaseya destacou a importância de ações coordenadas entre os países africanos. Hoje, segundo ele, a África não teria como enfrentar uma pandemia de forma adequada, pois são necessários investimentos em diversas frentes, como em pesquisa e fortalecimento dos sistemas de saúde. “Em nível global, a resposta [à Covid-19] não foi ideal”, lembrou, destacando que espera que o Tratado de Pandemias seja finalizado e aceito para garantir acesso menos desigual a insumos, por exemplo.
A questão do financiamento voltou ao debate na mesa sobre a Missão 100 dias. A presidente da organização Find, Ayoade Alakija, puxou a discussão para como se preparar para enfrentar uma crise ou investir na capacidade produtiva local sem fundos suficientes. “Como vamos produzir, regulamentar? Precisamos olhar para trás e entender nossa história para olhar para frente”, referindo-se às iniquidades na pandemia. Assim como Kaseya, ela chamou atenção para surtos em curso na África e a dificuldade para diagnóstico de casos: “Estamos enfrentando ameaças agora, doenças das quais ninguém está falando”.
Refletindo também sobre as diferenças de acesso a insumos de saúde na pandemia, Mario Moreira enfatizou que a Missão 100 dias só será possível com um “novo arranjo global”. O presidente da Fiocruz destacou ainda a tradição da Fundação de colaboração na América Latina e África, especialmente com países da Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP), na área de ensino, com oferta de cursos de capacitação e especialização, e no apoio à estruturação e fortalecimento dos sistemas de saúde.
Uma pesquisa apresentada pela presidente da Cepi mostrou que, se a Missão de 100 Dias fosse implementada e bem-sucedida quando a Covid-19 surgiu, 800 milhões de infecções teriam sido evitadas. “Por isso estamos comprometidos em acelerar e apoiar de forma sustentável a pesquisa, o desenvolvimento e as capacidades em todo o mundo. Todo país, independentemente de riqueza ou localização geográfica, deveria poder proteger sua população”, disse Jane Halton. “A colaboração não é opcional. Quando se trata de uma doença infecciosa, a ameaça a um é uma ameaça a todos”.
Richard Hatchett, CEO da Cepi, ressaltou que para alcançar a Missão dos 100 Dias é necessário “desenvolver capacidades com contramedidas médicas e globalizar o acesso a estas tecnologias”, aproveitando novas ferramentas como a Inteligência Artificial para eliminar gargalos. “Enfrentar pandemias é essencial para o bem-estar da população mundial, e a liderança do Brasil pode causar um impacto significativo nesse sentido”.
‘Não vamos nos sair melhor na próxima pandemia nos preparando para a passada’
Em vários momentos do dia, participantes ressaltaram que a prevenção de pandemias passa pela preparação constante e reforço dos sistemas de saúde. Comparando a pandemia de Covid-19 à travessia de um navio em meio à uma tempestade, o diretor-executivo do Programa de Emergências Sanitárias e diretor-geral adjunto da OMS, Mike Ryan, alertou que é preciso emergir com um renovado senso de propósito e um trabalho diário permita para traçar um rumo que permita navegar por futuras epidemias.
“Não vamos nos sair melhor na próxima pandemia nos preparando para a passada. Somente nos sairemos melhor se pudermos prever, prevenir, detectar e responder coletivamente a emergências sanitárias todo santo dia. Se construirmos juntos sistemas de saúde mais resilientes, que absorvam os choques enquanto são ampliados e que protejam a força de trabalho. Só poderemos nos sair melhor investindo em nossas comunidades”, disse Ryan.
Para ele, a alta conectividade do mundo acaba por expô-lo. “Somos a população mais conectada da História. Nos movemos em horas entre os centros urbanos ao redor do mundo. Essa conexão nos trouxe muitos benefícios em termos de desenvolvimento humano, mas também nos deixa vulneráveis. O contágio do patógeno se move rapidamente entre nós, assim como o contágio da desinformação. É uma faca de dois gumes. Diante das pandemias, pode ser a nossa maior fraqueza, mas afirmo que é a nossa maior força. O caminho que trilharmos agora determinará até que ponto poderemos proteger o nosso mundo da próxima ameaça pandêmica”, disse o diretor-geral adjunto. “Devemos repensar as nossas abordagens e reimaginar o nosso futuro se quisermos enfrentar as tempestades que estão por vir”, aconselhou.