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Desinformação afeta atenção ao câncer na Saúde da Família

O Ministério da Saúde instituiu o acompanhamento dos casos de câncer em todos os níveis do sistema público. Mas, de acordo com uma pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, os trabalhadores da Estratégia de Saúde da Família (ESF) não têm informações precisas sobre a doença e sua prevalência que permitam atendimento qualificado a todos os usuários. O estudo recomenda maior capacitação das equipes e articulação com ambulatórios especializados e hospitais secundários e terciários, para acompanharem a atenção dada aos pacientes com câncer.

 
Apenas 13% dos trabalhadores sabem número de casos de câncer em sua regiãoA enfermeira Giovana Paula Rezende Simino, que realizou a pesquisa, explica que o Ministério da Saúde implantou em 2005 a Política Nacional de Atenção Oncológica (PNAO). “A iniciativa prevê ações de acompanhamento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) com câncer, incluindo ações que devem contemplar da  prevenção aos cuidados paliativos, nos níveis de atenção básico, secundário e terciário de atendimento”, afirma. “O estudo enfocou as ações dos trabalhadores da Estratégia de Saúde da Família , que integram a Atenção Básica, junto com as Unidades Básicas de Saúde (UBS)”.

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Temática Influenza A (H1N1) traz inovação para a rede BVS

O Blog Influenza A (H1N1) vem esclarecendo dúvidas, curiosidades e estreitando a comunicação entre pesquisadores, profissionais da área, estudantes e leigos. Estabelecido e acessível online desde o final de agosto de 2009, o blog está entre os conteúdos do portal Influenza A (H1N1), um serviço de informação científica e técnica operando na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), sob a coordenação do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME/OPAS/OMS) em cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

O portal BVS Influenza A (H1N1) visa responder à demanda de informação em aspectos críticos da doença para orientar processos de tomada de decisão. As fontes de informação nos idiomas espanhol, inglês e português vão desde conteúdos científicos (das principais bases de dados mantidas e em cooperação com a BIREME e das editoras científicas), conteúdos técnico-científicos (como orientações, informes e planos de preparação contra pandemias), noticiosos, vídeos e áudios, mapas epidemiológicos, hot sites, conteúdos acessíveis por celular, eventos e objetos de aprendizagem; e conteúdos característicos da Web Social como microblogs, comunidades virtuais além de outros sobre a temática da influenza que também podem ser recuperados.

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Substância cancerígena tem atuação desvendada

A aflatoxina, substância tóxica produzida por alguns tipos de fungos em nozes, amendoim e outras sementes oleosas, pode causar câncer do fígado se ingerida em grandes quantidades, reforça estudo feito nos Estados Unidos e publicado nesta quinta-feira (22/10) na revista Nature.

O novo estudo revela o processo por meio do qual ocorre esse papel cancerígeno, o que pode levar ao desenvolvimento de métodos de controle. Segundo a pesquisa, a toxina destrói um gene que atua na prevenção de câncer em humanos, conhecido como p53.

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Guia reúne espaços de popularização da ciência no Brasil

Zoológicos, jardins botânicos, planetários, aquários, museus de história natural e outros locais dedicados à divulgação científica: contribuir para que estes espaços sejam valorizados e mais bem conhecidos é o principal objetivo do guia Centros e museus de ciência do Brasil 2009. Produzido pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência, a Casa da Ciência da UFRJ e o Museu da Vida da Fiocruz, o livro reúne dados sobre 190 espaços localizados em todas as regiões do país. Traz, ainda, informações sobre os projetos do Ciência Móvel, com seus veículos itinerantes de popularização da ciência, e as associações do setor, entre elas a Associação Brasileira de Jornalismo Científico.

O guia é gratuito. Para saber como adquirir um exemplar, basta escrever para o email. E, se você conhece ou trabalha em algum centro ou museu de ciência que não consta no livro, escreva para email, para que seja incluído na próxima versão do livro.

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Pesquisa analisa a preferência de médicos e pacientes pela cesariana

A cesariana é uma técnica cirúrgica que consiste na extração do feto através de uma incisão nas paredes abdominal e uterina. Geralmente, é empregada em situações em que o bebê e/ou a mãe estejam em risco ou quando o trabalho de parto é contra-indicado. Porém, essa técnica passou a ser utilizada de maneira abusiva nas maternidades brasileiras, ocasionando aumento nos índices de morbi-mortalidade materna e perinatal. O obstetra Marcos Augusto Dias, doutor em Saúde da Criança e da Mulher pelo Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), aponta na pesquisa Cesariana: epidemia desnecessária?, quais os mecanismos que levam o obstetra a decidir pela indicação da cesariana.

A cesariana, além de gerar gastos financeiros desnecessários para as unidades de saúde, pode colocar em risco a saúde da mulher e do recém-nascido. De acordo com Dias, as taxas de cesariana vêm aumentando em todo o mundo, mas, no Brasil, alcançam níveis impensáveis para os países desenvolvidos.

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Reincidência por depressão

A depressão é um fator de reincidência para ex-fumantes que foram hospitalizados ao sofrer enfarto do miocárdio ou angina instável. É o que conclui uma pesquisa, realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com o Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O estudo teve o objetivo de investigar, em pacientes hospitalizados com diagnóstico de síndromes coronárias agudas, se a depressão e outras características são fatores que permitem prever até que ponto os pacientes mantêm a abstinência de nicotina iniciada na hospitalização. A pesquisa avaliou também fatores associados à dependência de nicotina, como o álcool e a cafeína, além da percepção de risco.

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Variações antigênicas

O parasita da malária humana Plasmodium falciparum expressa, na superfície dos glóbulos vermelhos do sangue, diversas famílias de antígenos variantes. A troca frequente do antígeno expresso, em alguns casos, faz parte da estratégia do parasita para escapar ao sistema imunológico. A compreensão desse mecanismo de variação poderá ser a chave para o controle da virulência da doença.

Uma nova pesquisa realizada por cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP) demonstrou que os genes RIF (Repetitive interspersed family) – uma das famílias que codificam antígenos variantes na superfície das hemácias – fazem a troca de proteínas expressas em uma taxa jamais vista em outras famílias multigênicas.

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Mutação exposta

Pesquisadores dos Institutos Nacionais da Saúde (NIH, na sigla em inglês) dos Estados Unidos identificaram uma mutação genética responsável por uma condição que ocorre em pessoas com imunodeficiência herdada.

A desordem, chamada de imunodeficiência combinada grave, é caracterizada por uma série de problemas de saúde severos, entre os quais infecções bacterianas e virais persistentes de pele, eczema grave, alergias agudas, asma e câncer.

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Diretor da Capes apresenta balanço da pós-graduação

Entre 1987 e 2007, a Capes constatou um crescimento no número de artigos publicados e na titulação de doutores, fruto dos quase 2,5 mil cursos de mestrado acadêmico e 250 de mestrado profissional. Os dados foram apresentados pelo diretor de Avaliação da Capes, Lívio Amaral, no Seminário de Mestrado Profissional em Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, realizado no Rio de Janeiro. Ao falar da situação da pós-graduação stricto sensu no país, Lívio Amaral apresentou também as novidades da Portaria Normativa nº 7 sobre mestrados profissionais, publicada pelo Ministério da Educação e a Capes, em junho. Veja a reportagem na íntegra no Informe Ensp publicado na Agência Fiocruz de Notícias.

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Estudo sugere risco para a saúde em redes de transmissão de energia

Os campos eletromagnéticos são uma fonte de poluição ainda pouco estudada no Brasil. Na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), uma pesquisa sugere que as crianças que moram a uma distância de até 200 metros das linhas de transmissão de eletricidade são mais propícias a desenvolver leucemia. O trabalho pretende estimular novas investigações sobre possíveis efeitos dos campos na saúde da população.

 
Proximidade de linhas de transmissão tem possível relação com leucemia infantilA tendência, apontada pela bióloga Ciliane Matilde Sollitto em sua tese de doutorado, foi verificada por meio de técnicas de geoprocessamento. “Foram considerados todos os casos notificados de leucemias entre crianças e adolescentes de 0 a 19 anos, do banco de dados do Registro de Câncer de Base Populacional do Município de São Paulo entre 1997 e 2004”, relata. “Dos 1709 casos, 693 registros foram georreferenciados, ou seja, tiveram sua localização fixada no mapa da cidade.”

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